Foragido suspeito por estupro contra crianças de Miracema, no RJ, é preso em MG

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Mãe de uma das vítimas já havia sido presa

Foi preso na manhã desta segunda-feira (13), na cidade histórica de Diamantina/MG, o ex-tesoureiro da Câmara de Vereadores de Miracema, Moisés Alves de Matos, de 44 anos (foto), suspeito por estupro de vulnerável, contra diversas crianças no município do Noroeste Fluminense.

A informação foi confirmada à rádio Natividade FM pelo delegado Gésner César Bruno, titular da 137ª DP, que comandou as investigações e representou contra a prisão preventiva do suspeito, desde o dia 09 de agosto se encontrava foragido. De acordo com o delegado, sua equipe está mantendo contato com os colegas mineiros e que nas próximas horas, detalhes da detenção serão divulgados. A mãe de uma das vítimas já havia sido presa.

Relembre a prisão – Agentes da 137ª DP/Miracema deflagraram ação no último mês para cumprir mandado de prisão preventiva contra uma mulher, suspeita de oferecer a própria filha de 12 anos, para ser estuprada pelo suspeito. A menor seria outra vítima do acusado, que já teve a prisão preventiva decretada, mas que se encontra foragido.

– Com o apoio do Conselho Tutelar e do 36º BPM continuamos as investigações e apuramos que outra criança havia sido levada por Moises também para um motel na cidade de Miracema, onde foi estuprada por ele. A criança foi levada para o motel por Moisés e pela própria mãe, sendo que a mãe da vítima recebeu dinheiro para tal. Nesse mesmo dia, após praticar atos libidinosos com a vítima, Moises, na presença desta, manteve relações sexuais com a genitora dela. A equipe diligenciou no local onde recolheu diversas provas que comprovaram o depoimento da vítima, – destacou o delegado Gésner César Bruno, que representou pela prisão junto à Vara da Violência Doméstica e familiar contra a mulher da Comarca de Miracema.

Ainda de acordo com o delegado, frequentemente a acusada exiba a criança nua, através de chamadas de vídeo.

– Consta também que a genitora da vítima realizou chamada de vídeo para Moisés, na qual exibia a vítima nua enquanto Moises se masturbava. Ainda segundo levantamentos, por diversas vezes a mãe fez vídeos e tirou fotos da filha nua e as enviou a Moisés. Com vistas a se esquivar da responsabilidade penal, a envolvida proibia a filha de contar tais acontecimentos para alguém dizendo que, “se esta o fizesse, a deixaria roxa e que se descobrisse alguma denuncia, mandaria os meninos do morro matarem seus avós, os quais são muito próximos”, – finalizou o delegado, que solicita que a foto o acusada continue a ser divulgada e quaisquer informações sobre seu paradeiro sejam passadas a polícia.

Moisés Alves de Matos foi exonerado do cargo, assim que as acusações de pedofilia vieram á tona. A identidade da presa será omitida para preservar a criança.

Fonte: Rádio Natividade/Vanderson Garcia

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